Qui, 11 de Março de 2010 00:00
Jerry Johnson
10 Da qual salvação inquiriram e trataram diligentemente os profetas que profetizaram da graça que vos foi dada,
11 Indagando que tempo ou que ocasião de tempo o Espírito de Cristo, que estava neles, indicava, anteriormente testificando os sofrimentos que a Cristo haviam de vir, e a glória que se lhes havia de seguir.
12 Aos quais foi revelado que, não para si mesmos, mas para nós, eles ministravam estas coisas que agora vos foram anunciadas por aqueles que, pelo Espírito Santo enviado do céu, vos pregaram o evangelho; para as quais coisas os anjos desejam bem atentar.
13 Portanto, cingindo os lombos do vosso entendimento, sede sóbrios, e esperai inteiramente na graça que se vos ofereceu na revelação de Jesus Cristo;
14 Como filhos obedientes, não vos conformando com as concupiscências que antes havia em vossa ignorância;
15 Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver;
16 Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo.
Os profetas do Antigo Testamento não foram relapsos em sua busca pela verdade. Eles foram diligentes no desejo deles de entenderem o tempo e as circunstâncias concernentes à vinda do Messias. Pedro ordena-nos a agir da mesma forma. Nas palavras de R.C. Sproul, “apertem o cinto” ou “arregacem as mangas” para aprender mais de Deus. À medida que aprendemos mais sobre a perfeição moral de Deus, deveríamos buscar viver cada vez mais em santidade, em resposta à esperança que temos da vida eterna na segunda vinda de Cristo. O cristianismo hodierno, com seus cultos e sermões de formato amigáveis, motivacionais e emocionais, pode desviar-nos da disciplina divina. Portanto, como nos aconselha Pedro: “estejamos com a mente preparada, prontos para agir; estejamos alerta e coloquemos toda a esperança na graça que nos será dada quando Jesus Cristo for revelado. Como fi lhos obedientes, não nos deixemos amoldar pelos maus desejos de outrora, quando vivíamos na ignorância.”
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Qua, 10 de Março de 2010 00:00
Jerry Johnson
14 Visto que temos um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão. 15 Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado. 16 Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno.
1 PORQUE todo o sumo sacerdote, tomado dentre os homens, é constituído a favor dos homens nas coisas concernentes a Deus, para que ofereça dons e sacrifícios pelos pecados;
2 E possa compadecer-se ternamente dos ignorantes e errados; pois também ele mesmo está rodeado de fraqueza.
3 E por esta causa deve ele, tanto pelo povo, como também por si mesmo, fazer oferta pelos pecados.
4 E ninguém toma para si esta honra, senão o que é chamado por Deus, como Arão.
5 Assim também Cristo não se glorificou a si mesmo, para se fazer sumo sacerdote, mas aquele que lhe disse: Tu és meu Filho, Hoje te gerei.
6 Como também diz, noutro lugar: Tu és sacerdote eternamente, Segundo a ordem de Melquisedeque.
7 O qual, nos dias da sua carne, oferecendo, com grande clamor e lágrimas, orações e súplicas ao que o podia livrar da morte, foi ouvido quanto ao que temia.
8 Ainda que era Filho, aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu.
9 E, sendo ele consumado, veio a ser a causa da eterna salvação para todos os que lhe obedecem;
10 Chamado por Deus sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque.
Questiono-me por que muitos cristãos olham para Cristo como o último recurso em tempos de crise, quando deveriam buscar a ajuda dele nos desafi os do dia-a-dia. Ele é o nosso sumo-sacerdote, que ministra a nosso favor eternamente. No Antigo Testamento o sumo-sacerdote adentrava o Santo dos Santos, uma vez ao ano, com espírito de medo. Cristo, por outro lado, adentrou ao verdadeiro Santíssimo lugar e está assentado à destra de Deus Pai. Uma vez que Ele se fez homem e habitou entre nós, sofrendo todas as nossas angústias, pode simpatizar-se com nosso sofrimento. Considerando tudo isso, por que não termos mais ousadia quando oramos?
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Ter, 09 de Março de 2010 00:00
Jerry Johnson
8 SENHOR Deus dos Exércitos, escuta a minha oração; inclina os ouvidos, ó Deus de Jacó! (Selá.)
9 Olha, ó Deus, escudo nosso, e contempla o rosto do teu ungido.
10 Porque vale mais um dia nos teus átrios do que mil. Preferiria estar à porta da casa do meu Deus, a habitar nas tendas dos ímpios.
11 Porque o SENHOR Deus é um sol e escudo; o SENHOR dará graça e glória; não retirará bem algum aos que andam na retidão.
12 SENHOR dos Exércitos, bem-aventurado o homem que em ti põe a sua confiança.
É um desafio servir em um ambiente como o ministério de capelania militar, onde o tempo é sempre importante. Cultos e estudos bíblicos têm de ser realizados dentro de um horário, que é defi nido pelo comando. Em nossa cultura vejo isso também presente na igreja. Muitas atividades em nossas igrejas têm horário rígido para começar e terminar, porque as pessoas estão muito ocupadas. As crianças não gostam de ficar no culto quando o pregador se delonga um pouco. O salmista desafi a nosso pensamento. Este é um dos meus salmos favoritos. Será que um dia de adoração nos átrios do Senhor é melhor do que mil noutro lugar? Ou será que temos ido à igreja apenas para marcar nossa presença? Outro fator importante a ponderarmos é que sempre estamos muito ocupados quando se trata de fazermos algo para Deus, por outro lado queremos que Ele esteja sempre disponível quando precisamos dele. Você já pensou nisso?
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